quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Cubo de Rubik tem solução universal: 20 movimentos



Encontrar a solução para o cubo de Rubik já deu voltas à cabeça de milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas nunca conseguiram completar o jogo criado em 1974 pelo arquitecto húngaro Ernõ Rubik.

Em 1981, o matemático Morwen Thistlethwaite chegou a um algoritmo capaz de resolver qualquer posição do cubo mágico em 52 movimentos. Desde então, o número tem vindo a ser reduzido – a última vez, em 2008, para 22.



Graças à ajuda da Google, investigadores da Universidade de Kent anunciaram o número final: 20 movimentos, nem mais nem menos.

Os cientistas determinaram que existem mais de cem mil posições iniciais e as soluções, na sua maioria, não podem requerer mais de 15 e 19 movimentos. No entanto, algumas combinações obrigam a realizar 20 voltas.
Morley Davidson, responsável pela investigação, explicou que o número de movimentos era apenas uma crença, já que ninguém tinha conseguido demonstrar esse número. Quando começou o projecto, o cientista de Kent suspeitava que qualquer jogador necessitaria de pelo menos 21 movimentos para solucionar o cubo.
Davidson e a sua equipa começaram por dividir todas as possibilidades em 2.200 milhões de grupos, cada um com 20 mil milhões de posições distintas. Inicialmente, descartaram todas as opções que poderia duplicar-se e usaram ainda a simetria para reduzir combinações idênticas.
Google ajuda no cálculo


Deste modo, a equipa britânica conseguiu reduzir as opções iniciais até aos 56 milhões de possíveis combinações. Tento em conta a quantidade de tempo que era necessário para os computadores realizarem esta operação, os investigadores decidiram pedir ajuda à Google.
Morley Davidson
Morley Davidson
“Ainda não sabemos que máquina utilizaram”,
afirma Davidson, sabendo que para este processo seria necessária a participação se um super computador.
Com os resultados, os investigadores podem afirmar que 20 era o ‘número de Deus’, já que as opções de solucionar o cubo com mais movimentos “caíram em dígitos mínimos”.


“Para mim encerrou-se o ciclo, que começou com um dos ícones dos anos 80, o cubo de Rubik”, afirmou Davidson.
Os resultados iniciais do estudo estão publicados on-line no site www.cube20.org/.


Em Ciência Hoje

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fazer contas ajuda a pensar?



Do ponto de vista da Psicologia Cognitiva, discutir-se-á o que se sabe sobre o raciocínio matemático, a formação do conceito de número, a resolução de problemas e o papel da rotina na aprendizagem, procurando explicitar-se como se deve aplicar este conhecimento na prática educativa.
Do ponto de vista da Matemática, discutir-se-á o papel dos exercícios e da resolução de problemas no ensino e na aprendizagem e os vários tipos de exercícios, problemas e desafios que devem ser utilizados na sala de aula.


A 9 de Novembro no Porto. Mais informações aqui

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

UNIVERSCIENCE


       

                            <div class="alt"><a href="http://www.universcience-vod.fr/media/979/la-simulation-numerique-de-la-qualite-de-l-air.html" target="_blank" title="La simulation numérique de la qualité de l&#8217;air ">La simulation numérique de la qualité de l&#8217;air <img alt="La simulation numérique de la qualité de l’air " border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/blogger_img_proxy/AEn0k_sNzJbXz7KKHGDFS_nMNGyOtbf5bGIxilVaHZxgCD8wQVgamI7Ru4tbcBcHIcS22rQdgppYFGAenn2IkQPr-C-EQCCTuoJVaHYopsmNZNN8cGtMIWWmtuCio3VDvq524swGPcG9yZb0zZN5WolLTZEtVItl9-on7wBEfstz111aRszbOMtqACgowIULcr0E4w=s0-d"></a> <p>Les&nbsp; <a href="http://www.universcience-vod.fr//index.php/tag/polluants.html">polluants</a>&nbsp; atmosphériques, par exemple l' <a href="http://www.universcience-vod.fr//index.php/tag/ozone.html">ozone</a>&nbsp; ou les particules fines, sont émis, transportés dans l'atmosphère et réagissent chimiquement entre eux. La modélisation numérique, qui consiste à réaliser une maquette de l'atmosphère, permet d'étudier la qualité de l'air, de produire des prévisions quotidiennes ou encore de simuler des épisodes de&nbsp; <a href="http://www.universcience-vod.fr//index.php/tag/pollution.html">pollution</a>&nbsp; comme l'accident de Tchernobyl. Des méthodes sont développées pour analyser les résultats des modèles numériques, pour estimer leurs incertitudes et les réduire.</p><p>Auteur scientifique : Vivien Mallet</p><p><a href="http://videotheque.inria.fr/videotheque/doc/571" target="_blank" title="Aller au site de l INRIA">Lien de téléchargement</a></p><p>&nbsp;</p></div>&nbsp;&nbsp;&nbsp;





Muitos filmes e animações interessantes em UNIVERSCIENCE

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

História da Ciência em Portugal


Ciência Hoje em 2010-11-02
 
 
Obra é uma co-edição da Imprensa da UC e da Gradiva
Obra é uma co-edição da Imprensa da UC e da Gradiva
A história da ciência em Portugal e os “personagens” que constituíram e protagonizaram o seu percurso estão agora "condensados" num livro da autoria de Carlos Fiolhais, professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra (UC) e director da Biblioteca Geral da UC, e de Décio Martins, professor de física do mesmo departamento.

O lançamento desta obra, que resume a ciência em Portugal desde o tempo dos Descobrimentos até ao fim do Estado Novo, está marcado para amanhã, dia 3 de Novembro, às 18h00, no Gabinete de Física do Museu da Ciência da UC.

“Breve História da Ciência em Portugal” destaca nomes como Pedro Nunes, Garcia da Orta, Avelar Brotero, Egas Moniz e outros cientistas desconhecidos do público em geral, mas que foram igualmente importantes para o desenvolvimento científico português.
De acordo com os autores, “investigar a história da ciência é a única forma de trazer à luz aspectos da história de Portugal que expliquem melhor quem somos e para onde devemos ir”, sendo que esta obra permite ao leitor “fazer uma viagem no tempo, conhecendo episódios que marcaram a actividade científica nacional”.

Este livro, uma co-edição da Imprensa da UC e da Gradiva, “destina-se a todo o público interessado na história da ciência em Portugal, um tema que ainda não tinha sido divulgado no nosso país de forma resumida e acessível ao público não especializado”, explicam os autores.

@@Em “Breve História da Ciência em Portugal”, o leitor pode encontrar a história de Cristophorus Clavius, um dos mais notáveis matemáticos e astrónomos do final do século XVI e início do século XVII.

“Cristophorus Clavius foi um jesuíta que estudou em Coimbra e um dos principais autores do Calendário Gregoriano, o calendário utilizado nos países ocidentais. Depois de concluir os seus estudos em Coimbra, foi para Roma, tornando-se amigo de Galileu”,
explicam os dois físicos.

A apresentação de Breve História da Ciência em Portugal, com entrada livre,  está a cargo de Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da UC. Durante a sessão, vai decorrer uma visita guiada às colecções expostas no Gabinete de Física da UC, orientada pelos autores do livro.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Biblioteca Digital Mundial


Biblioteca Digital Mundial possibilita descobrir, estudar e desfrutar de tesouros culturais de todo o mundo em um único lugar, de diversas formas. Estes tesouros culturais incluem - mas não estão limitados a - manuscritos, mapas, livros raros, partituras, gravações, filmes, gravuras, fotografias e desenhos arquitetônicos.
Os ítens da Biblioteca Digital Mundial podem ser facilmente pesquisados por lugar, período, tema, tipo de item e instituição contribuinte, ou podem ser localizados por uma pesquisa aberta, em vários idiomas. Características especiais incluem agrupamentos geográficos interativos, cronologia, sistema avançado de visualização de imagens, além de capacidades interpretativas. Descrições relacionadas aos ítens e entrevistas com curadores sobre os ítens apresentados fornecem informações adicionais.
Ferramentas de navegação e descrições de conteúdos são fornecidas em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol. Muitos outros idiomas estão representados nos livros, manuscritos, mapas e fotografias reais e em outros materiais essenciais, que são fornecidos em seus idiomas originais.

A Biblioteca Digital Mundial foi desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos EUA, com contribuições de instituições parceiras em muitos países, o apoio das Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO);  e o apoio financeiro de uma série de empresas e fundações privadas.

domingo, 10 de outubro de 2010

A opinião sempre actual de Ricardo Moreno Castillo

"Un nuevo curso en marcha y estamos como siempre. Desde la reforma introducida por la LOGSE, el sistema educativo español hace agua por todas partes. Los resultados del Informe PISA, que sólo han sorprendido a los ingenuos, han dado lugar a reacciones de lo más variopintas. Unos opinan que la causa del bajo nivel de nuestros estudiantes está en los cambios sociales, otros en la presencia de inmigrantes, y otros en la poca formación de los padres. También hay quienes dicen que la cosa no es para tanto, y que las estadísticas hay que interpretarlas correctamente. Pero a nuestras autoridades educativas ni se les ocurre la posibilidad de que la causa pueda estar en una mala ley de educación. Eso ni se plantea, y la ministra del ramo sigue cantando alegremente las excelencias de nuestro sistema educativo.

En primer lugar, ¿hacían falta los datos que ofrece PISA para caer en la cuenta de nuestro desastre educativo? ¿Es que no podemos ver la realidad hasta que esté traducida en gráficos y estadísticas? Que la famosa reforma educativa es un disparate ya lo llevamos denunciando algunos desde hace tiempo (lo cual, por cierto, nos ha valido ser tachados de fascistas, reaccionarios y nostálgicos), y para ver por qué es un disparate no hace falta esperar a que los sociólogos de la educación hagan sus estadísticas y sus informes, basta con abrir los ojos y mirar a nuestro alrededor.

Hay alumnos que acaban la Educación Secundaria Obligatoria incapaces de operar con decimales, ignorando cosas muy elementales de geometría y, en algunos casos, sin saber la tabla de multiplicar. En muchas facultades de ciencias ha sido necesario implantar un curso cero, que se imparte durante septiembre, donde se enseñan cosas que antes sabía un estudiante corriente de 14 años. Y la necesidad de este curso no se hizo patente hasta que llegaron los primeros alumnos procedentes de la reforma. Que el gamberrismo e indisciplina en los institutos ha subido hasta cotas alarmantes es algo del dominio público, y del descenso del nivel de madurez de nuestros estudiantes hay pruebas cotidianas. No es insólito que un "niño" vaya con su mamá a matricularse a la facultad, y se han dado casos de alumnos universitarios que han ido a la revisión de notas acompañados de sus padres.

A propósito de todo esto, importa mucho aclarar una cosa: si los efectos de la reforma no son todavía más desastrosos, es porque los profesores hacemos bastante más de lo que estrictamente nos corresponde. E importa mucho aclararlo porque también hay quienes achacan el fracaso de nuestro sistema educativo a los profesores, "que no hemos sabido adecuar nuestra mentalidad a los nuevos tiempos". Los alumnos llegan a primero de Bachillerato (que empieza a los 16 años) ignorando cosas muy básicas pero indispensables para seguir las asignaturas de matemáticas, de física o de latín. Cumpliendo rigurosamente con su deber, un profesor tendría que empezar por el primer tema dando por sabido todo lo que los alumnos tienen que saber. Y los que no lo sepan, que reclamen a la señora ministra, que mantiene un sistema que concede el título de ESO a quien no lo merece.

Afortunadamente, no hacemos así, porque los alumnos son las víctimas del sistema, no los culpables, y casi todos los profesores, la mayoría de los que conozco, nos demoramos explicando cosas que no tenemos ya obligación de explicar en ese nivel. Si los docentes hiciéramos una huelga de celo, cumpliendo estrictamente con nuestras obligaciones pero nada más, el sistema se hundiría en muy poco tiempo. Por ello, la acusación de que los profesores no hemos sabido adaptarnos a la nueva situación es injusta, y también interesada, porque es otra manera más de los creadores del despropósito de eludir sus responsabilidades.

Los defensores de nuestro sistema educativo sostienen que, con todos sus defectos, consiguió escolarizar a todo el mundo. ¿Pero qué significa realmente "escolarizar"? Si un alumno está en una clase sin enterarse de nada porque tiene varias asignaturas pendientes del curso anterior, no está escolarizado, está encerrado entre cuatro paredes. Quien llega al final de la ESO redactando mal y escribiendo con faltas de ortografía, no ha estado escolarizado, ha estado encerrado entre cuatro paredes. Si un alumno quiere aprender pero no puede porque se lo impide el alboroto de algunos compañeros, no está escolarizado, está encerrado entre cuatro paredes. Un lugar donde los derechos de quienes no quieren aprender están más protegidos que los derechos de quienes sí quieren, sólo por abuso de lenguaje puede ser llamado centro educativo. Con el sistema anterior los alumnos acababan la enseñanza obligatoria a los 14 años mejor preparados que los que la acaban hoy a los 16. Que en más años se obtengan peores resultados no parece precisamente un progreso.

Entre los males de nuestro sistema está la proliferación de unos presuntos expertos que, usando un discurso vacío, están empeñados en intervenir en la formación de los docentes. Algunos de ellos son profesores de instituto que han desertado de la tiza y aprendido la jerga pedagógica. No tienen que soportar las consecuencias de sus propias teorías, pero se dedican a dar cursillos a quienes seguimos dando clase. Otros son profesores de Universidad, que jamás han trabajado con alumnos de instituto, pero que hablan del tema con el atrevimiento propio de los ignorantes."



Ricardo Moreno Castillo é professor de Matemática do Ensino Secundário e professor convidado da Universidade Complutense de Madrid. Este texto foi publicado no jornal El País em 4/12/2008 .

sábado, 9 de outubro de 2010

Desafios do trabalho do professor - António Nóvoa

2943879-Desafios-do-trabalho-do-professor-Antonio-Novoa

Recursos para a Matemática

Do National Council of Teachers of Mathematics este site apresenta actividades, aplicações e ligações úteis.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

De Portas Abertas à Ciência e Tecnologia 2010

De Portas Abertas à Ciência e Tecnologia 2010
Escola de Ciências, Campus de Gualtar, Braga, entre quarta-feira, 24-11-2010 e sexta-feira, 26-11-2010
Iniciativa da Escola de Ciências da UMinho, no âmbito das comemorações da Semana da Ciência e Tecnologia 2010, dirigida aos alunos dos ensinos básico e secundário.


Durante a Semana da Ciência e Tecnologia, onde se destaca o Dia Nacional da Cultura Científica a 24 de Novembro, a Escola de Ciências da Universidade do Minho abrirá, uma vez mais, as suas portas aos alunos dos ensinos básico e secundário, com iniciativas gratuitas, com o intuito de dar a conhecer ao público mais jovem que Ciência de faz em Portugal, como é que trabalham os nossos cientistas e que resultados obtêm, e debater temas actuais da Ciência, despertando-lhes o interesse por esta área.

Programa detalhado e formulário de inscrição brevemente disponíveis aqui.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ser Cientista por um dia... Com as Mãos nas Partículas



Ser Cientista por um dia...
Com as Mãos nas Partículas
Masterclasses Internacionais para Estudantes do Ensino Secundário 2010

6ª edição das Masterclasses Internacionais em Física de Partículas

"Vem descobrir o mundo dos Quarks e Leptões com acontecimentos reais".

20 de Fevereiro Lisboa (IST), Braga (EC-UM), Coimbra (FCTUC), Covilhã (FC-UBI)


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Jogos Matemáticos na UM

Atelier de jogos matemáticos para alunos do Ensino Básico e Secundário.

“Como as outras ciências, a Matemática é uma espécie de jogo cujo adversário é o universo. Os melhores matemáticos e os melhores professores de matemática são obviamente aqueles que, para além de compreenderem as regras do jogo, também sabem desfrutar o prazer do jogo.”
Martin Gardner, /Rodas, vida e outras diversões matemáticas /

Neste atelier, os alunos poderão aprender a jogar alguns jogos matemáticos: pontos e quadrados, semáforo, konane, ouri, hex, rastros e avanço. Os alunos terão oportunidade de jogar entre eles ou com monitores que acompanharão este atelier. 

Mais informações

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

MATEMÁTICA RECREATIVA

A UM coloca à disposição das escolas uma exposição sobre Matemática Recreativa

Esta exposição interactiva pretende dar a conhecer vários conceitos e raciocínios da Matemática de um modo lúdico. A exposição conta com 15 actividades diferentes e permite criar um ambiente onde se possa experimentar e discutir matemática. As actividades propostas são: O caixeiro viajante; Dominó; O Teorema das 4 cores; Cubo Soma; Pavimentações; Tangran; Torre de Hanoi; Os sapos amestrados; Os puzzles metálicos; A corrida a 20; Semáforo; Hex; cubo+cubo+cubo=cubo; polígonos e polígonos; Números triangulares.

Mais informações aqui

sábado, 2 de outubro de 2010

Palestras para alunos - Universidade do Minho


A Universidade do Minho coloca à disposição das escolas uma série de palestras:
Palestras de Física
Palestras de Matemática

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-POP)

Recebi isto:
Olá amigos, deixo aqui a minha dica:

A Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-POP) recebe até 15 de novembro, propostas de trabalho para a 12ª Reunião Bienal que acontece no Brasil, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências (MC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de 29 de maio a 2 de junho de 2011.

Com o tema “A profissionalização do trabalho de divulgação científica”, o encontro aceitará tanto trabalhos de pesquisa, de caráter acadêmico, quanto de profissionais da área, interessados em relatar suas experiências. Cinco eixos temáticos vão nortear a 12ª Reunião: Educação não-formal em ciências; Jornalismo científico; Programas e materiais para museus de ciências: materiais e práticas concretas; Museografia e museologia científica; Público, impacto e avaliação dos programas.






Saber mais sobre Red-POP aqui e sobre esta reunião aqui